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O Santinho tem in cio na primeira d cada do s culo XX e conta a hist ria da fam lia de Gabrielle, uma vendedora ambulante, de frutas e legumes, num bairro pobre de Paris Vive com os seis filhos o mais velho tem onze anos e a mais nova ainda beb num quarto, dividido ao meio por um len ol esburacado De um lado dormem as crian as do outro lado a m e com os seus muitos namorados de uma noite, ou de, no m ximo, um m s A narrativa centrada num dos filhos, Louis Um menino sens vel e muito O Santinho tem in cio na primeira d cada do s culo XX e conta a hist ria da fam lia de Gabrielle, uma vendedora ambulante, de frutas e legumes, num bairro pobre de Paris Vive com os seis filhos o mais velho tem onze anos e a mais nova ainda beb num quarto, dividido ao meio por um len ol esburacado De um lado dormem as crian as do outro lado a m e com os seus muitos namorados de uma noite, ou de, no m ximo, um m s A narrativa centrada num dos filhos, Louis Um menino sens vel e muito inteligente que n o se deixa afectar pelo lado negativo da vida Gosta de observar o mundo as rvores, as nuvens, as casas, as pessoas Embora muitos dos acontecimentos retratados neste romance sejam s rdidos, o leitor levado a olh los com a mesma inoc ncia de Louis e, ao inv s de se chocar com o que sombrio, comove se com as cores brilhantes do mundo do SantinhoCada um consegue aquilo que merece Mas s os que t m xito o reconhecem Georges Simenon Georges Simenon nasceu em Li ge, B lgica, no dia 12 de Fevereiro de 1903 e morreu em Lausanne, Su a, no dia 4 de Setembro de 1989 mais conhecido como autor de literatura policial por ter criado o famoso Comiss rio Maigret, no entanto este apenas personagem de cerca de 100 romances e contos entre os mais de 200 publicados por Simenon Muita da sua obra constitu da por o que ele denominava de romances duros Nasceu e foi educado nos jesu tas na Su a, mas aos 16 anos teve de abandonar os estudos e come ar a trabalhar para ajudar a fam lia Ap s a morte do pai, mudou se para Paris Em 1945, devido a rus de ser anti semita, exilou se nos Estados Unidos, divorciou se da primeira mulher e casou pela segunda vez Regressou Su a em 1955, onde viveu at sua morte.Ap s o suic dio da filha, com 25 anos, n o voltou a escrever fic o A sua ltima obra uma autobiografia Mem rias ntimas , com mais de 1.000 p ginas, onde revela a sua vida e acontecimentos que, no seu entender, levaram morte da filha Teve duas paix es na vida literatura e mulheres, ambas muito peculiares Quando decidia escrever um romance, fechava se no escrit rio durante cerca de uma semana, munido de dezenas de l pis e listas telef nicas para recolher nomes para as personagens e s sa a depois de terminar a obra.Em rela o s mulheres, dizia ser o que mais o fascinou na vida Pelas suas contas, teve mais de 10.000 muitas eram prostitutas A maioria dos seus encontros amorosos aconteciam num v o de escada e duravam cerca de cinco minutos No entanto, n o se considerava um viciado em sexo tinha apenas uma grande necessidade de comunica o.Morreu aos oitenta e seis anos e as suas cinzas foram espalhadas pelo jardim, onde anteriormente tinham sido as da filha.Georges Simenon n o era um santinho e, como homem, n o o acho grande pe a , mas como escritor encanta me Da s rie Maigret li apenas tr s contos li tamb m uma carta, dirigida por ele m e, quando ela j tinha morrido Estes n o me deixaram marca mas os tr s romances normais que li achei extraordin rios todos 5 The Little Saint was first published as Le Petit saint in 1965 It was translated by Bernard Frechtman The book was very successful in France and England when first published Simenon said of it that if only one of his books could be kept, he would like it to be that one It is the story of Louis Heurteau, a painter reminiscent in some ways of Chagall, and told in two parts, the first showing the little boy growing up in the neighbourhood of Les Halles, where his mother works selling vegetables The Little Saint was first published as Le Petit saint in 1965 It was translated by Bernard Frechtman The book was very successful in France and England when first published Simenon said of it that if only one of his books could be kept, he would like it to be that one It is the story of Louis Heurteau, a painter reminiscent in some ways of Chagall, and told in two parts, the first showing the little boy growing up in the neighbourhood of Les Halles, where his mother works selling vegetables, and the second part covering his adult years when he is recognised as a painter of talent.In effect it is a self portrait of Simenon himself For this reason as Simenon was a writer not a painter , the first part, which recreates vividly the life in the rue Mouffetard and the personalities of Louis, his family members, neighbours, and the atmosphere of the immediate locality, is by far thesuccessful In many ways it parallels the achievement of Pedigree, his long autobiographical novel of 1946 which I think his greatest work unlike Simenon himself and most critics This first part of the novel contains an astonishingly vivid portrait of Louis mother Gabrielle, unfortunately heavily idealised Simenon seems here and in Pedigree to be able to recreate the way a child sees the world in a very convincing way Louis is an observer, so overwhelmed by sensory information he can hardly react emotionally, and acquires the nickname the little saint for his forbearance in accepting the rough treatment meted out by his school fellows.As an adult, Louis sees himself as a little boy still, thinking that the innocence and astonishment with which he sees the world around him is the source of what success he has had as a painter The second half of the book lacks the richness of particularisation that the first part had It is a series of vignettes depicting Louis adventures with women, his rising fame, and his late growing self realisation The characters from the first part of the book are mentioned only to tell of their death interestingly Louis mother Gabrielle is shown as vital into her seventies and her death is not recorded, which to psychologists may reveal the source of Simenon s creative powers It is told from a point of view in the future, when, long after Louis death, people have recognised Louis talent, and there has been much written about him, his life and his work Simenon achieves an elegiac tone in this part of the book which may explain its popularity, but it is a retreat from the vivid immediacy of the first part which I myself regretted Of course it tells you nothing about an artist s development, neither Chagall s nor Simenon s The first part brings Simenon s and Louis childhood to life as overwhelmingly as Simenon s one time mentor Colette was able to do in her reminiscences of childhood that s quite an achievement Romanzo atipico rispetto a quelli di Simenon da me letti, centrato su una singola esistenza, dai primi anni dell infanzia fino alla vecchiaia o quasi Vive di quella capacit di godibilissima caratterizzazione che tipica della scrittura del belga, capace sempre di regalare personaggi a tutto tondo, ambientazioni di un realismo impressionante e poetico al tempo stesso, romanzo per privo quasi di una trama, delineata solo a grandi linee e per tappe esistenziali Louis Cuchas un bambino piccol Romanzo atipico rispetto a quelli di Simenon da me letti, centrato su una singola esistenza, dai primi anni dell infanzia fino alla vecchiaia o quasi Vive di quella capacit di godibilissima caratterizzazione che tipica della scrittura del belga, capace sempre di regalare personaggi a tutto tondo, ambientazioni di un realismo impressionante e poetico al tempo stesso, romanzo per privo quasi di una trama, delineata solo a grandi linee e per tappe esistenziali Louis Cuchas un bambino piccoletto, silenzioso, tardivo nelle tappe di sviluppo fisico e cognitivo, un bambino che osserva la realt nel quale immerso in modo inconsapevole, registrando in quadri visivi dettagli e particolari inutili sul momento per una comprensione della sua esistenza e che, da adulto, riuscir a sistemare in una netta lettura attraverso l arte Definito dai suoi compagni di classe l angioletto per l estrema bont che lo porta a soprassedere ad ogni loro angheria, stampa fin da piccolo sul viso un sorriso che pare beffeggiare il mondo intero annullandolo nelle sue miserie per porsi su un piano pi alto apparentemente invece relegato nella lettura altrui in quello degli ultimi, dei falliti, dei miseri, degli inutili quel piano al quale giunge con la capacit di cogliere l essenziale nel particolare e di riuscire a rappresentarlo perpetrando il mistero dell arte con la sua pittura Un istinto, una necessit , un bisogno che irrompe nella sua vita con prepotenza e che accetta di assecondare rimanendo sempre, in fondo, quel bambino strano, incompreso, indietro su tutti ma il pi brillante a scuola, un ragazzetto il cui sguardo sul mondo non stato inquinato o deturpato neanche dalla pi bieca realt nella quale ha vissuto Godibile lettura la cui atipicit mi ha spiazzata permettendomi un giudizio di piacevolezza non completo come accaduto con altri testi Lo consiglio sebbene non l abbia ben apprezzato Acabei de ler este livro ontem e comentei aqui em casa Gostei muito deste livro, mas t o triste Agora que estou aqui a escrever, sim, um livro triste, mas essa no o n o nos acompanha, constantemente, ao longo de toda a hist ria Atrav s dos olhos de Louis, vemos as coisas de uma forma diferente As tristezas n o s o exclu das, mas n o abafam a sua ess ncia nem do seu pequeno mundo Uma casa pequena, um mercado e uma rua com alguns neg cios s o um espa o muito vasto, desconhecido e com mu Acabei de ler este livro ontem e comentei aqui em casa Gostei muito deste livro, mas t o triste Agora que estou aqui a escrever, sim, um livro triste, mas essa no o n o nos acompanha, constantemente, ao longo de toda a hist ria Atrav s dos olhos de Louis, vemos as coisas de uma forma diferente As tristezas n o s o exclu das, mas n o abafam a sua ess ncia nem do seu pequeno mundo Uma casa pequena, um mercado e uma rua com alguns neg cios s o um espa o muito vasto, desconhecido e com muito para descobrir e estimar.Se n o nos esquecermos das pequenas coisas que nos rodeiam, os nossos sonhos atingem outra dimens o Entr a este a novela con el prejuicio de haber conocido a Simenon como el autor muy eficiente y cuidadoso de los casos del Comisario Maigret que adem s, me gustan mucho Esta biograf a de un ni o artista pintor, de un personaje que a lo largo de ochenta a os nunca pierde a fuerza de s lo sentir lo que ve con profusi n la mirada inocente.Gran descripci n de un out sider que se queda de por vida al margen de la vida para ser su retratista con colores primarios.Excelente, y la frase final es un Entr a este a novela con el prejuicio de haber conocido a Simenon como el autor muy eficiente y cuidadoso de los casos del Comisario Maigret que adem s, me gustan mucho Esta biograf a de un ni o artista pintor, de un personaje que a lo largo de ochenta a os nunca pierde a fuerza de s lo sentir lo que ve con profusi n la mirada inocente.Gran descripci n de un out sider que se queda de por vida al margen de la vida para ser su retratista con colores primarios.Excelente, y la frase final es un delicado aforismo Ritratto dell artista da giovane e della sua innocenza.E un libro che si discosta dagli altri romanzi di Simenon, perch il suo protagonista di cui in pratica viene raccontata attraverso poche ma significative immagini la vita, fino al suo affermarsi come grande artista, non si nutre della sordida realt in cui cresce per coltivare un malessere, da cui far nascere comportamenti devianti o asociali comprensibili, compatibili, o condannabili che siano , ma , al contrario, per immagazzinare sen Ritratto dell artista da giovane e della sua innocenza.E un libro che si discosta dagli altri romanzi di Simenon, perch il suo protagonista di cui in pratica viene raccontata attraverso poche ma significative immagini la vita, fino al suo affermarsi come grande artista, non si nutre della sordida realt in cui cresce per coltivare un malessere, da cui far nascere comportamenti devianti o asociali comprensibili, compatibili, o condannabili che siano , ma , al contrario, per immagazzinare sensazioni, oggetti, contesti apparentemente insignificanti ma che acquistano particolare valenza in un immagine del mondo totalmente soggettiva e priva di volont di giudizio alcuno, n di necessit di una profonda comprensione Qui, pi che volerci raccontare una storia comunque narrata , Simenon sembra volerci parlare del senso e delle doti necessarie per farlo Per penetrare il senso dell arte Non compito dell artista quello di sviscerare il mondo e comprendere i legami delle complesse relazioni che lo tengono insieme, ma semplicemente quello di osservare e registrare per restituire una personale interpretazione di esso in modo puro, limpido e libero da concetti e preconcetti, da giudizi e pregiudizi, sembra volerci dire, forse prendendo a metafora l innocenza del pittore Loius Cuchas, detto l angioletto , forse per giustificare la propria volont di isolata innocenza come scrittore I colori e le immagini di quello in fondo rappresentano le parole e le atmosfere create dall altro L artista che non si butta nel mondo a capofitto per condividerne ideali, sofferenza o gioia, ma che si isola da esso per osservarlo in un unicum che conserva il passato accanto al presente, per accumulare immagini, sensazioni, odori, sapori, da sviscerare sulla tela come sulla carta Il risultato sorprendente Situazioni sordide che sfiorano la pornografia la fellatio cui assiste il giovane Louis a 5 o 6 anni, praticata dai suoi fratello e sorella di pochi anni pi grandi per imitare la madre, che giace con uomini diversi ogni notte dalla scomparsa di un marito impotente e ubriacone nell unica stanza condivisa come abitazione da tutta la famiglia riescono a essere narrate con un distacco e un eleganza tali da renderle prive di qualsiasi malizia o pruriginosit E la figura di questa loro madre, che ogni mattina si sveglia nel cuor della notte per riempire ai mercati delle Halles il carretto che trasciner nel giorno per vendere frutta e ortaggi, in quell estremo contesto si staglia con una dignit tale da fare anche di lei un personaggio indimenticabile Ogni lettura di Simenon me ne conferma le grandissime doti di scrittore E di artista The childhood and youth of an artistic genius, in the bosom of his incestuous, bitterly impoverished, somehow still sort of loving family It s new territory for Simenon or at least, the Simenon I ve read , in so far as no one shoots anyone, but he handles it adroitly The protagonist, an idiot savant with an obsession for color and an indifference to immorality, is neatly drawn, and it still moves with the speed of solid pulp That s a compliment, if it wasn t clear. *DOWNLOAD EPUB ✙ The Little Saint ⇮ Louis Cuchas does not have an easy life His father sells fruits and vegetables there will be no patrimony But what Louis lacks in material blessings he than makes up with his sunny and cheerful nature His nickname The Little Saint Louis transforms his gifts of character into artistic expression He becomes a successful painter His radiance shines through his work THE LITTLE SAINT may be the most joyous novel Simenon has writtenhis story is lively, realistic, genial and magnetic Saturday Review Cruel, doloroso e humanista retrato de uma cidade Paris de antes e ap s a Primeira GG e de um santinho nascido em fam lia miser vel e que se torna gente e pintor cultivando o bem como algo banal Uma obra n o policial de um Simenon que domina a l ngua e o conhecimento do g nero humano como um grande escultor Impressionante relato do crescimento de uma fam lia rumo desagrega o, todos condenados a ser cada um por si. Simenon para m es un escritor ideal para recuperarse despu s de unas lecturas decepcionantes que adelgazan la moral lectora O sencillamente para reafirmar la propia visi n como lector No lo tengo por un pensador brillante pero si por un observador certero, nada amanerado, y un escritor sin sombra afectaci n y por lo tanto aut ntico Me recuerda vagamente a Baroja en el sentido que con su prosa gil y concisa es capaz de esbozar con precisi n una escena con apenas unas pocas pinceladas sensual Simenon para m es un escritor ideal para recuperarse despu s de unas lecturas decepcionantes que adelgazan la moral lectora O sencillamente para reafirmar la propia visi n como lector No lo tengo por un pensador brillante pero si por un observador certero, nada amanerado, y un escritor sin sombra afectaci n y por lo tanto aut ntico Me recuerda vagamente a Baroja en el sentido que con su prosa gil y concisa es capaz de esbozar con precisi n una escena con apenas unas pocas pinceladas sensuales como ahora unos olores, colores o gestos como si fuera un impresionista de la prosa.Esta novela, creo que la mejor de las que he le do hasta el momento, est expuesta como si fuera la versi n aut ntica que ha de contradecir los mitos populares acerca de la biograf a de un maestro pintor ap crifo Simenon lo describe como si fuera un ser al margen de las pasiones sociales que producen el deseo negativo como ahora los celos, las envidias o el odio En Louis el mpetu vital se manifiesta como en un sue o, como si fuera un animal Un ser despolitizado y desconectado del entorno y el mundo entero, al que mira con extra eza y sin sentirse apenas violentado por l, con lo que compone a un personaje singular ya no s lo dentro de su propia producci n, tan af n al imaginario de la novela negra, si no en la literatura en general Por momentos parece una relectura de El viente de Par s de Zola, s lo que vista sin esa carga de gravedad y pasiones tristes que pesan sobre los personajes de los Rougon Macquart Por descontado, tambi n puede leerse como una visi n alternativa del Par s del final de la belle qoque, que es d nde la narraci n hace m s hincapi.Dentro del propio mundo de Simenon resulta at pica la percepci n que hay del tiempo Ya no es s lo en como Louis revive su propia experiencia, ca tica y desordenada, sin estar demasiado seguro de las fechas y sin contar con su ubcaci n dentro del calendario oficial, adem s tambi n lo es por como la propia narraci n avanza con vocaci n de amplitud vital, con unos saltos certeros a trav s de los a os primero con m s detenimiento y m s tarde con una aceleraci n enorme, dejando as entrever que la configuraci n de un ser se da en esos primeros a os a los que l dedica tanto esmero en confeccionar una visi n que ni roza el t pico desde lejos Se parece a una narraci n diecinovesca, aunque desete ida de los colores del melodrama Las alegr as y las tristezas aparecen con sutilidad, sin enfatizar su peso para multiplicar su impacto S que por mi parte es algo apresurado, pero tengo clara la impresi n que supone una estupenda introducci n a Simenon Su caracter stica escritura est aqu , eso no lo cambia para obtener m s reconocimiento tambi n muchos elementos de su mundo como ahora la descripci n descarnada de ambientes decadentes, pero ese aspecto de novela r o abreviada es un gran punto de enganche Y por descontado, como ha sido en mi caso, tambi n la aconsejo como desatascador despu s de una serie de malas lecturas